Jan 19, 2018 Last Updated 1:35 PM, Jan 18, 2018

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Sessão ordinária de ‘micos’ extraordinários

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DISCUSSÃO Bizarra! Esse é um dos adjetivos que podem ser usados para a sessão ordinária desta terça-feira da Câmara de Vereadores de Itaguaí. Com casa lotada e ausência de dois vereadores (Gil Torres (PTN), que está de licença paternidade, e Dr. Zóia (PSD), os parlamentares presentes cochicharam grande parte do tempo. O presidente da Câmara, Dr. Rubem Ribeiro (PTN), chegou a se ausentar e transferiu o cargo para André Amorim (PR). Até suspensa por dez minutos a sessão foi.



Dilceia Norberto

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A plateia se manifestou diversas vezes, principalmente quando a Casa deu início a uma votação nominal sobre matéria que tratava de requerimento, de autoria do vereador Willian Cezar (PSB), que pedia informação sobre o porquê de o governo estar dando falta a servidores em greve.

Como num coral mal orquestrado, a base de apoio do governo começou a votar contra o requerimento. O vereador Noel Pedrosa se levantou e pediu que os colegas – que estavam distraídos – se levantassem também para marcar posição contrária durante votação. Diante do fato, o autor do requerimento pediu que se fizesse votação nominal.

Antes da votação começar, Dr. Rubem voltou à presidência e deu início à escolha dos vereadores. Votaram os vereadores, Junior do Sítio (PV), Robertinho (PMDB) e Haroldo de Jesus (PSDB). Todos foram vaiados, chamados de burros e de marionetes pela plateia. Em seguida, a sessão foi suspensa por dez minutos. Na volta, o vereador Zezé (PSDC) usou a tribuna para explicar que informação é um direito do vereador e que os colegas estavam votando contra o pedido – feito por Willian Cezar - de inclusão no requerimento de explicações aos secretários de Saúde e Assistência Social. 

No entanto, parece que a base aliada estava mesmo distraída. Pois o pedido de Willian Cezar já havia sido indeferido pelo então presidente da Sessão, André Amorim. E não só desse ‘mico’ foi feita a sessão da noite desta terça-feira. Na sessão extraordinária seguinte, colocaram em votação uma lei que não pediram dispensa de interstício para ela. A confusão seguiu.