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Servidores municipais de Itaguaí entram em greve geral contra reforma trabalhista

Publicado em Poder
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A paralisação terá duração de 24 horas com adesão de 70% do funcionalismo público

O serviço público de Itaguaí que já anda precário vai parar mais uma vez. O Movimento Unificado Servidores de Itaguaí (MUSPI) promoveu uma assembleia geral nesta segunda-feira (4) na Praça Vicente Ciccarino, no Centro da cidade, contra a "Reforma da Previdência e o coronelismo de Itaguaí". O MUSPI deferiu uma greve geral da categoria no período de 24 horas, a partir das 15 horas de hoje (5), seguido de protesto. O ponto de encontro do ato é na Praça Vicente Ciccarino e os manifestantes vão seguir até a frente da Prefeitura Municipal de Itaguaí.

De acordo com a integrante da Força Sindical, Christiane Gerardo Neves, a decisão pela paralisação foi unânime e segue o “calendário nacional de luta contra reforma trabalhista” na cidade. “A gente vai inserir o problema grave que acontece dentro do município que não é muito diferente do que acontece no nível nacional que é a retirada do direito dos trabalhadores. O Charlinho (prefeito, Carlo Busatto Junior do PMDB) implementa aquilo que o governo Temer, que não tem 5% de aprovação, está implementando a nível nacional. Vamos unificar forças para fazer uma bonita manifestação e colocar o município de Itaguaí no processo de reorganização dos trabalhadores”, explica Chris Gerardo.

 

Em nota, a Prefeitura Municipal de Itaguaí, através de sua assessoria, informou que o município não recebeu comunicado oficial sobre o movimento grevista, como determina a legislação. Já o MUSPI destacou que a “manutenção dos serviços essenciais com o percentual de 30%, exigido em lei estará em atividade para não prejudicar ainda mais a população”. 

 

Renata Pires

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