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May 20, 2018 Last Updated 1:48 PM, May 18, 2018

Troca de ideias ou imposição?

Publicado em Poder
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REUNIÕES- Durante a quinta-feira (30), diversas reuniões foram promovidas em unidades escolares de Itaguaí. Elas foram convocadas pela Secretaria Municipal de Educação e Cultura (SMEC) e pela direção das escolas para uma troca de ideias com pais de alunos e a comunidade local sobre a separação dos segmentos de ensino da rede educação municipal. O ATUAL tentou acompanhar uma destas reuniões, na Escola Municipal Senador Teotônio Vilella, porém foi impedido. No fim da reunião na Teotônio, pais de alunos se revelaram contrários à separação dos segmentos. “Era para ouvir a gente ou só para comunicar a mudança? Porque não ouviram a gente. Somos contra as mudanças”, resumiu um pai, revelando um sentimento comum entre alguns presentes .

Mãe de dois alunos, Maria Rodrigues falou sobre a dificuldade de eles chegarem a escolas distintas. “Hoje, é meu filho mais velho que leva o mais novo para a escola, porque eu trabalho. Se fizerem essa mudança meu filho mais velho vai chegar atrasado à aula pra levar o irmão em outra escola”, reclamou.

Uma audiência pública ainda sem data definida promete tratar da reestruturação dos segmentos e do fechamento de escolas. Antes, as escolas têm quinze dias para reunir os conselhos escolares e discutir com as comunidades; depois, a SMEC fará reunião nas escolas. Só na sequência será realizada a audiência pública. Servidores da educação de Itaguaí realizarão uma paralisação de 24h neste dia.

REDES

Pais de alunos da Escola Municipal Eider Dantas, em Brisamar, publicaram vídeos nas redes sociais protestando contra um possível atraso da secretaria de educação de Itaguaí a uma reunião sobre a separação de segmentos. As imagens mostram diversos pais gritando frases de protesto contra Andrea Busatto e contra as medidas anunciadas, enquanto aguardavam sentados na arquibancada da quadra da unidade escolar. Já em outro relato nas redes, pais de alunos afirmavam que colocaram a secretária Andrea para correr da escola. O motivo: “a covardia o que ela quer fazer com nossos filhos”, disse um deles.