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Líder sindical apresenta denúncia ao MP de Itaguaí contra câmara, vereador e seguranças

Publicado em Poder
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Ela alega ter sofrido agressão física e abuso de autoridade durante sessão ordinária no plenário

JUSTIÇA - A Câmara Municipal de Itaguaí, o vereador Vinícius Alves (PRB) e o Grupamento Tático Ostensivo (GTO) foram denunciados no Ministério Público de Itaguaí e na Promotoria de Tutela Coletiva, nesta quarta-feira (29), por abuso de autoridade e agressão física cometida contra integrante da Força Sindical, Christiane Gerardo Neves, durante ocupação dos servidores públicos e da população na câmara, no dia 23 de novembro, durante sessão ordinária no plenário.

Segundo Chris Gerardo, os agentes do GTO usaram força policial excessiva para contê-la com a alegação de atos de desordem. “que seja investigado e apurado o comportamento do vereador Vinícius Alves que agindo no empoderamento de seu mandato, autuou enquanto força policial conduzindo a força pelo pescoço uma mulher eleitora e moradora da cidade”, disse ela através de nota.

Além dessas denúncias, Chris Gerardo propôs inquérito ao MP-Itaguaí sobre os atos de legalidade de realização de sessão secreta, fechamento de sessão aos munícipes, dificuldade de acesso ao plenário e atuação da função pública do GTO. “Propus que seja investigada à conduta do vereador Vinicius Alves, na condução de agredir uma mulher no exercício de seu mandato, assim como atuação da GTO, - por serem assessores do governo”, acrescenta a militante.

Relembre o caso

O caso aconteceu no dia 23 de novembro, durante manifestação na sessão ordinária contra votação de pacotes que congela o salário do funcionalismo público, durante quatro anos. Diante da expectativa de grande adesão ao ato era de se esperar um clima tenso e com ânimos exaltados por parte dos manifestantes que lotaram o plenário, munidos de cartazes e palavras de ordem contra o governo. No entanto, à casa entendeu que faltou passividade por parte dos manifestantes, principalmente em relação a Chris Gerardo que além de andar sobre a mesa dos parlamentares, cobrou o direito da militantes de assistirem a votação. Baseado nestes fatos, o vereador Vinicius Alves deu ordem de prisão para ela. Para a sindicalista, faltou respeito à democracia. “Peço que seja averiguado e garantido a imparcialidade nas investigações do referido registro, para que o mesmo seja a luz da verdade dos fatos e não a partir de denúncias forjadas para incriminar servidores e a população queixosa”, finaliza Chris Gerardo.