Jan 19, 2018 Last Updated 5:06 PM, Jan 19, 2018

Destaques

Light está com vagas para elet…

OPORTUNIDADE- A Light divulgou na quinta-feira (18), por meio das redes sociais...

Postos de vacinação contra a f…

FEBRE AMARELA – Aumentou o número de postos de vacinação de Seropédica que estar...

Protesto pela vacina da febre …

Moradores do bairro Vista Alegre fecharam rua da UBS pedindo vacina. A dose é of...

“O Rio não pode perder para a insegurança”

Publicado em Poder
Ler 1159 vezes
Avalie este item
(0 votos)

Senador republicano fala sobre suas preocupações com a violência no Rio e a contribuição de seu mandato na tarefa de ajudar a combatê-la

ENTREVISTA Presidente nacional interino do Partido Republicano Brasileiro (PRB), o senador Eduardo Lopes concedeu entrevista essa semana falando sobre suas preocupações com a violência no Rio e, também, sobre a contribuição de seu mandato na tarefa de ajudar as autoridades na tarefa de conter a criminalidade que vem tirando a tranquilidade de quem mora ou vem ao Rio. Na entrevista, ele defende a agilidade na tramitação de projeto do então senador Marcelo Crivella, hoje prefeito do Rio, que tipifica como crimes hediondos o uso, o porte e a comercialização de fuzil ou de armas de guerra. Outra iniciativa que o parlamentar republicano considera importante é a que transfere da Justiça comum para a Justiça Militar o julgamento de policiais envolvidos em mortes resultantes de confrontos com bandidos. “Os números são alarmantes e preocupantes, mostrando a gravidade da situação no estado do Rio de Janeiro. A média de um policial morto a cada dois dias se mantém ao longo de oito meses do ano de 2017, é bala perdida... A questão da segurança é, realmente, uma prioridade”, diz o senador. Por também considerar que o tema merece uma reflexão urgente de toda a sociedade, o ATUAL reproduz aqui a entrevista que Eduardo Lopes concedeu a Carlos Nascimento, do Congresso Nacional

Qual a atenção dada pelo senhor ao combate à violência no Rio de Janeiro? 

Senador Eduardo Lopes – Eu tenho falado muito a respeito da questão da segurança pública, várias vezes já chamei a atenção para os números alarmantes, preocupantes, que mostram a gravidade da situação no estado do Rio de Janeiro. A média de um policial morto a cada dois dias se mantém ao longo de oito meses do ano de 2017, é bala perdida... A questão da segurança é, realmente, uma prioridade.    

Como o Senado tem tratado dessa questão?

Na reunião de liderança, na última terça-feira, foi colocado o empenho e a prioridade do Senado para votar esses temas que envolvem a segurança pública, inclusive a questão da ação das tropas da Força Nacional com armamento. E aquela questão de acontecendo um eventual confronto e a morte de um civil, um civil entre aspas né, mas um civil delinquente, um bandido, o militar responder na Justiça Militar e, não, na Justiça comum.

Qual é o efeito esperado com essa medida?

Isso é importante para dar segurança à tropa. Então nós estamos tratando desses e de outros assuntos referentes à condição realmente para que a ação seja a melhor possível. Queremos um Rio com segurança e paz. É muito importante ter a presença da Força Nacional nas ruas. Eu andando pelas cidades, visitei a Baixada, então nas fronteiras da Baixada com o Rio de Janeiro isso traz segurança, traz uma sensação de segurança a presença das tropas da Força Nacional no Rio de Janeiro.

E em relação à prioridade do Senado?

Dentro da prioridade do Senado em votar as questões de segurança pública há o projeto de autoria do senador Crivella foi aprovado na Câmara dos Deputados semana passada com uma emenda, por isso está voltando para o Senado, e eu vou pedir para ser pautado o mais rápido possível, com urgência, vou tratar isso com os líderes e com o presidente, porque é muito importante também tipificar o uso, o porte e a comercialização de fuzil, de armas de guerra, como crime hediondo. É um projeto do senador Crivella e eu vou trabalhar no Senado para que rapidamente seja pautado e aprovado também.

Qual a sua opinião sobre a permanência da Força Nacional no Rio?

Eu defendo que ela seja constante até alcançarmos a segurança que o povo merece. Eu acho que não pode fazer uma operação dessas com prazo de validade. Acho que ela tem que ter um prazo dentro daquilo que determinam a regras, mas sempre renovável. Penso que realmente não tem que ter data, tem que ser permanente.

Qual a importância dessa iniciativa para o Rio?

O Rio de Janeiro está sofrendo consequências dessa insegurança no turismo, no comércio de uma forma geral. Então é importante porque traz essa segurança interna, para os turistas brasileiros, como também a nível internacional e para os grandes eventos que o Rio tem que promover. Nós temos um parque olímpico, nós temos uma cidade maravilhosa, temos vocação natural para o turismo e não podemos perder por causa da questão da insegurança.